A Sra. R., mulher solteira de 28 anos, apresentou-se com a reclamação de que era "horrível" e de que sentia que os outros riam dela devido à sua feiura. Na verdade, ela era uma mulher atraente. Começou a se preocupar com sua aparência quando tinha 13, idade em que ficou obcecada por seus "defeitos faciais" (por exemplo, seu nariz era muito gordo, seus olhos muito distantes). Até esse momento, R. era confiante, boa aluna e socialmente ativa. Contudo, sua fixação em seu rosto a fez se retirar do convívio social e ter dificuldades de se concentrar na escola, o que, por sua vez, teve efeitos negativos em suas notas. A Sra. R. abandonou o Ensino Médio e o completou a distância devido à sua preocupação. Ela começou a notar "manchas" e cabelos em seu rosto. Olhava-se com frequência em espelhos e outras superfícies reflexivas (por exemplo, colheres, janelas). Percebeu que pensava sobre seus defeitos durante quase o dia todo, todos os dias. Apesar dos comentários reconfortantes de sua família e de outras pessoas, não se convencia de que não havia coisa alguma errada com sua aparência.
Referente ao caso acima, marque a opção CORRETA: