É sabido que as células hepáticas metabolizam, detoxificam e excretam componentes endógenos e exógenos durante o metabolismo celular. Nos ensaios de bioquímica clínica, podemos dosar os componentes do sangue, que simplesmente fornecem pistas sobre a existência, a extensão e o tipo de lesão no fígado. Essas investigações bioquímicas podem ajudar a diferenciar obstrução do trato biliar, dano hepatocelular agudo ou doença hepática crônica.
A respeito das dosagens bioquímicas do sangue, analise as proposições e marque a alternativa que contém as que estão CORRETAS.
I- Em caso de dano grave ao fígado, a distinção entre marcadores colestáticos e parenquimais é menos confiável, ou seja, a atividade sérica de todas as enzimas está sujeita a aumentar.
II- Os canalículos biliares podem tornar-se obstruídos em decorrência de cirrose, câncer no fígado ou infecção. Esta condição leva a um aumento na concentração de bilirrubina conjugada no soro.
III- Amilase é um indicador, na prática clínica, como um índice sensível, embora não específico, de dano agudo aos hepatócitos.
IV- O monitoramento bioquímico de doença hepática é realizado por medidas sequenciais de aminotransferases, bilirrubina e fosfatase alcalina.
V- A lipoproteína de densidade muito baixa (VLDL) é sintetizada no fígado, sendo a principal molécula transportadora dos triglicerídeos endógenos.
É CORRETO o que se afirma apenas em: