A instrumentalidade emergiu no debate crítico do serviço social brasileiro contemporâneo como categoria analítica que, alicerçada na racionalidade dialética, possibilitou a apreensão do exercício profissional do assistente social como totalidade constituída de múltiplas e inter-relacionais dimensões, a saber: teórico-metodológica, ético-política e técnico-operativa, articulada a outras duas dimensões, que seriam: