Um menino de dez anos de idade, portador de leucemia linfocítica aguda, realizou sua última quimioterapia há dez dias e iniciou quadro de febre e tosse há dois dias. Deu entrada no serviço de emergência em mau estado geral, sonolento, descorado, taquipneico, afebril, com FR de 38 ipm, sat. de O2 de 90%, FC de 142 bpm, PA de 60 x 40 mmHg, murmúrio vesicular presente, bilateralmente, com estertores crepitantes em todo o hemitórax direito, BRNF em 2 tempos sem sopros, abdome globoso, pouco distendido, sem visceromegalias, tempo de enchimento capilar de 4 segundos e pulsos finos. Após administrar oxigênio, iniciar expansão com cristaloide e colher exames, o pediatra de plantão decidiu introduzir antibioticoterapia.
Após expansão com 40 mL/kg de SF 0,9%, o paciente se mantém sonolento, taquicárdico, com perfusão periférica lentificada, tempo de enchimento capilar de 4 segundos, pulsos finos e sem diurese. O paciente ainda não tem acesso central, mas tem dois acessos venosos periféricos em membros superiores. Nesse momento, a droga vasoativa mais indicada para o paciente é o(a)