“No século XIX, o desenvolvimento dos museus históricos
esteve associado ao surgimento das nacionalidades[...], ao
mesmo tempo em que, sem contradição, à História universal,
na qual a História Nacional representaria a culminação no
desenvolvimento da civilização. Daí a importância dos museus
de arqueologia das civilizações clássicas da Grécia e de
Roma, bem como do Egito e da mesopotâmia[...] No Brasil, o
modelo oitocentista é, também, o do Museu de história
Natural, no qual se insere organicamente a Antropologia,
como um enclave evocativo, a História.”
FIGUEIREDO, Betânia; VIDAL, Diana Gonçalves. Museus: dos gabinetes de curiosidades ao museu moderno. Belo Horizonte: Argumentum, 2005, p.22-23. Texto adaptado.
Considerando o museu histórico como uma tipologia de museu e sabendo-se da existência de museus de antropologia, de arqueologia e de História Natural, é correto afirmar:
FIGUEIREDO, Betânia; VIDAL, Diana Gonçalves. Museus: dos gabinetes de curiosidades ao museu moderno. Belo Horizonte: Argumentum, 2005, p.22-23. Texto adaptado.
Considerando o museu histórico como uma tipologia de museu e sabendo-se da existência de museus de antropologia, de arqueologia e de História Natural, é correto afirmar: