A divisão de uma propriedade em quinhões normalmente é feita devido à dissolução de uma sociedade ou falecimento do proprietário que deixa vários herdeiros. Para facilitar o aproveitamento dos quinhões nas explorações agropecuárias e evitar conflitos entre os seus futuros proprietários, ao se proceder o estudo para a definição dos limites de cada quinhão, o agrimensor deverá levar em consideração as seguintes recomendações:
I - usar sempre que possível os talvegues e as linhas de cumeadas como linha divisória dos quinhões;
II - lançar as linhas divisórias dos quinhões de forma que sejam concorrentes ao invés de paralelas;
III - os quinhões devem ser divididos em figuras que possuam ângulos não muito agudos para que tenham boa conformação;
IV - dar exclusividade nas servidões, isto é, que os acidentes topográficos de uso coletivo, tais como estradas, rios, córregos e outros, pertençam a somente um dos condôminos;
V - cada quinhão deve ser independente um dos outros e constituir um todo contínuo.
Das recomendações dadas acima, são verdadeiras somente: