Com relação às fraturas peritrocantéricas é falso afirmar:
A fratura do tipo 1 (Boyd e Griffin) se estende ao longo da linha intertrocantérica do trocânter maior ao trocânter menor.
As fraturas do tipo 2 (Boyd e Griffin) são de fácil redução e estabilização.
As fraturas do tipo 3 (Boyd e Griffin) são subtrocantéricas.
As fraturas do tipo 3 (Boyd e Griffin) podem estar associadas com graus variáveis de fragmentação óssea e são de difícil redução.
As fraturas do tipo 4 (Boyd e Griffin) são da região trocanteriana e diáfise proximal com, pelo menos, dois planos, um dos quais é sagital, de difícil vizibilização na radiografia convencional.
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