O francês Jean-François Lyotard entende que a (…) corresponde a um processo contemporâneo que nega imperativos porque tudo é relativo e impreciso. Por isso, o polonês Zygmunt Bauman prefere o termo “modernidade líquida” para se referir a um momento em que nada é concreto; predominam os fragmentos e a individualidade em substituição aos espaços e ao coletivo. Os dois filósofos contemporâneos referem-se à