Paciente sexo feminino, 70 anos, é admitida na Emergência com história de febre de início há 3 dias, tosse produtiva com expectoração amarelada e Dispnéia. Sua saturação de oxigênio é de 93% . É diabética e hipertensa. Avaliada pelo clínico de plantão, que solicitou Hemograma, Bioquímica, Rx de tórax e iniciou Quinolona Antipneumococica, Hidratação Venosa e oxigênio sob máscara de venturi com 3l/min.
Após 6 horas na sala de observação, evolui com piora da Dispnéia, Queda na Sat de O2 <90 agitação psicomotora, confusão mental. Seus exames laboratoriais evidenciaram G 285m%, K+5,0 Creat 2,0, Na+155meq,14000 leucocitos com 10% de bastões, e seu Rx de Tórax realizado 4 horas após internação na Emergência apresentava infiltrado pulmonar Difuso. PA 130/70. Tranferida para a UTI imediatamente onde foi entubada, sedada e colocada em Prótese Ventiolatória. Pergunta-se: Quais recursos diagnósticos comprovariam a presença de Síndrome do desconforto respiratório do adulto e choque séptico?