Para os egípcios, como para os babilônios, a eficiência do pensar lógico e científico limitava-se ao seu pragmatismo, à necessidade de solucionar problemas particulares que se apresentavam como obstáculos ao transcurso da existência. O pensar como um exercício voltado para si mesmo, capaz de se desenvolver mesmo sem uma aplicabilidade imediata, e independente das crenças religiosas e do pensamento mítico, teve suas raízes históricas na civilização