No Brasil, segundo estimativas de 2010, o câncer colorretal aparece como a terceira neoplasia visceral mais comum.
Com relação ao câncer colorretal, podemos afirmar:
O câncer colorretal tem como fator determinante na sua gênese diversos fatores genéticos, sendo os fatores dietéticos e ambientais não relacionados como fatores de risco.
O CEA (antígeno cárcino-embrionário), utilizado como rastreamento e seguimento do tratamento do câncer colorretal, não possui valor prognóstico do tumor.
Os graus de diferenciação tumoral não se relacionam com o prognóstico dos tumores colorretais, sendo o prognóstico relacionado com o estadiamento da lesão.
A colonoscopia virtual vem substituindo gradualmente a colonoscopia convencional em grandes centros, devido ela ser minimamente invasiva e de baixo custo para o diagnóstico do câncer colorretal.
Pacientes no estádio IV do câncer colorretal, com metástase hepática, pode ser submetido à ressecção das lesões em casos selecionados com chances de cura de até 25-40% dos pacientes com 1-3 metástases.
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