Paciente 22 anos, tercigesta, secundípara, 30ª semana de gravidez. Chegou à emergência obstétrica referindo perda
de líquido amniótico, náusea e vômitos. No cartão de pré-natal, observa-se: tipagem sanguínea A negativo; Coombs
indireto positivo e glicemia jejum de 200 mg% (todos realizados no 1º trimestre de gravidez). Ao exame obstétrico:
dinâmica uterina ausente; altura de fundo uterino de 29cm; pressão arterial de 100 x 60 mmHg; toque vaginal, com
colo fechado, longo e posterior e feto alto e móvel, bolsa das águas rotas com saída de líquido claro e discreto
sangramento. A ultrassonografia realizada no momento do atendimento revelou: percentil de peso para idade
gestacional 89; pico sistólico da artéria cerebral média fetal menor de 1,5 MoM para a idade gestacional; e maior
bolsão de 9,8cm. Durante aproximadamente 4 semanas, a paciente foi mantida internada, fazendo psicoterapia,
controle glicêmico diário com dieta e insulinoterapia (NPH e Regular). O perfil glicêmico evoluiu satisfatoriamente a
partir da 3ª semana de internamento. A interrupção da gravidez foi indicada com 33 semana e 5 dias, por
sangramento genital há 2 horas, rotura prematura das membranas há mais de 24 horas e apresentação pélvica. A
paciente foi submetida à cesariana. Na retirada do recém-nascido, o obstetra teve dificuldade porque ele estava em
apresentação pélvica. O recém-nascido (RN) apresentou bom tônus e choro forte. Realizado o clampeamento do
cordão umbilical com 60 segundos.
Assinale a alternativa que melhor representa a hipótese diagnóstica que o médico assistente indicou a interrupção da gestação por cesariana, mas que, após o nascimento, não foi confirmada.
Assinale a alternativa que melhor representa a hipótese diagnóstica que o médico assistente indicou a interrupção da gestação por cesariana, mas que, após o nascimento, não foi confirmada.
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