Disforia de gênero é um diagnóstico instituído pelo Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais, em sua 5ª edição (DSM-5), que se propõe a entender as questões de gênero por um viés sintomatológico comum, como o desconforto e o sofrimento, acompanhado de sintomas depressivos, irritabilidade e sensação de inadequação ao gênero designado. Sobre a disforia de gênero, assinale as afirmações abaixo com V (verdadeiro) ou F (falso).
( ) Em 30 de junho de 2013, o Ministério da Saúde publicou a Portaria nº 859/2013, que autorizou, no processo transexualizador, o atendimento de crianças e adolescentes. Essa portaria não foi revogada e normatiza os cuidados no âmbito da política pública de saúde.
( ) Com o advento do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), Lei nº 8.069/1990, que confere a crianças e adolescentes a condição de sujeito de direitos, há menção específica sobre a garantia de orientação sexual e a identidade de gênero a partir dos 12 anos de idade.
( ) Gênero nada mais é do que a noção que cada ser humano tem de ser homem, mulher ou algo intermediário (por exemplo, travesti); isso é a identidade de gênero.
( ) Países como Canadá, Bélgica, Holanda, Estados Unidos, Brasil e Alemanha propõem a intervenção multidisciplinar em crianças e adolescentes com disforia de gênero através do tratamento de hormonização a partir de 14 anos. A cirurgia de redesignação sexual ocorre posteriormente, a partir de 16 anos.
( ) As crianças nascem biologicamente machos ou fêmeas, como qualquer animal, qualquer mamífero. Essa é uma realidade biológica. O que mudam são os papéis sociais e o simbolismo designado para cada sexo biológico estabelecido.
A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo é