Segundo Marina Castañeda (2007, p. 46): "quando uma pessoa se reconhece homossexual, não existem benefícios visíveis. Ao contrário: abre-se diante dela um futuro isolado e marginalizado que provavelmente trará conflitos com a família e a sociedade. Assumir-se homossexual não parece uma volta ao lar, mas, antes, um exílio". Assim sendo, as pessoas que não se enquadram nas normativas de gênero e sexualidade da heterossexualidade, inevitavelmente, em algum momento de suas vidas, sofrerão retaliações (zombarias, insultos, perseguição, violência etc.) e poderão ser relegadas ao ostracismo. Assim como qualquer indivíduo, o sofrimento psíquico relacionado à questão supracitada pode levar uma pessoa à clínica psicológica.
Considerando o tema e a resolução CFP Nº1, de 22 de março de 1999, que estabelece normas de atuação para os psicólogos em relação à questão da orientação sexual, é incorreto o que se afirma em: