Todo texto de Vieira é político, como bem exige a concepção jesuítica de caridade cristã. Eis aí: não são só "temas". Quando Vieira prega, quer agir.
No fragmento acima,
está implícita a idéia de que é possível uma fissura entre discurso e práxis.
as aspas exercem a mesma função que as empregadas nas linhas 5 e 6.
o adjetivo cristã dá vigor ao que está sendo expresso, mas não seria necessário à frase, pois em caridade já está subentendida aquela idéia.
se a locução de Vieira fosse substituída pelo adjetivo correspondente, a norma culta exigiria que fosse grafado em maiúscula (assim: "Todo texto Vieirino").
o período final é construído por idéias excludentes.
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