TEXTO

(Quino. Não fui eu. Lisboa: Bertrand, 1997, p. 12)
Os sinais fazem parte de nosso dia-a-dia. Por meio deles, sabemos, por exemplo, qual é o banheiro masculino ou feminino em restaurantes; nos orientamos sobre a direção a tomar no trânsito; podemos escolher a área de fumantes ou não fumantes em lugares públicos, etc.
No cartum acima, Quino cria humor explorando um desses sinais: é proibido fumar. Mas e matar, é permitido?
Analise a charge exposta acima. O que teria provocado sua conotação humorística?
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Tradutor e Intérprete - Linguagem de Sinais
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