Paciente atleta, 25 anos, está em treinamento para competir na Argentina em 4 dias, comparece à emergência relatando início de dispneia e dor torácica hoje pela manhã, enquanto treinava. Nega traumas diretos sobre o tórax, antecedentes patológicos pregressos. Exame físico: regular estado geral, longilíneo, corado, acianótico, afebril. Semiologia pulmonar à esquerda preservada; à direita, ausculta-se murmúrio vesicular reduzido até 1/3 médio, ausência de frêmito tátil, redução de expansibilidade torácica. Sinais vitais: FR 28 irpm, FC 102 bpm, oximetria de pulso: 93% em ar ambiente, PA 100 x 60 mmHg. Ultrassom na sala de emergência demonstra sinal do código de barras, ausência de linhas B. Qual a patologia e a respectiva conduta neste momento?