O emprego do sensoriamento remoto nas pesquisas e trabalhos técnicos de geógrafos ganhou impulso considerável nas últimas décadas, nas mais diversas especialidades, a exemplo da geografia urbana (na atualização de plantas cadastrais), dos estudos agrários (uso da terra em propriedades rurais), da geomorfologia (modelos digitais de elevação para geração de dados morfométricos), da climatologia (mapeamentos termais, monitoramento da dinâmica atmosférica), entre inúmeras outras aplicações. Contudo, registram-se também certos problemas, muitos deles relacionados ao conhecimento apenas superficial dos produtos que são empregados nesses trabalhos. Dentre os erros mais comuns, pode-se apontar