O final do século XVIII foi a época em que, a partir da Revolução Francesa,
o documento escrito entrou em decadência e o ideal da vida privada cresceu, afetando os arquivos, que perderam o caráter público, e criando a oportunidade para a Igreja se posicionar com destaque na custódia e preservação dos documentos.
o termo “arquivo” foi consolidado, assumindo a responsabilidade pela preservação dos documentos antigos, e em função da instabilidade política e social e da fragilidade dos suportes ocorreu uma grande perda de documentos.
o documento foi identificado como fonte de conhecimento, houve o surgimento de estudiosos que fizeram do documento e do arquivo seus objetos de estudo em um período em que o Estado concentrou poder, a Igreja se fortaleceu e o bem comum foi valorizado.
os arquivos foram estruturados em um sistema nacional, o conceito de arquivos de Estado foi alterado para arquivos nacionais e os documentos de instituições extintas passaram a ser incorporados nos arquivos históricos.
os arquivos passaram a ser vistos sob a ótica instrumental, bem como sob a ótica administrativa, e cresceu a relação do arquivo com a memória e com o conteúdo informacional presente nos documentos.
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