Segundo Suely Robles Reis de Queiróz, no livro Historiografia brasileira em perspectiva (Freitas, 1998), “preocupado, como os de sua geração, com a questão da raça e a intensa miscigenação ocorrida no país, (…) buscou explicar-lhes o significado concebendo uma sociedade de tipo paternalista, onde as relações de caráter pessoal assumiam vital importância. (…)
Na sociedade assim estabelecida, predominavam a empatia entre as raças e a amenidade na relação senhor- -escravo, características que explicariam a miscigenação e seriam peculiares no quadro geral do escravismo americano. Decorriam elas da plasticidade racial do colonizador português, cujos traços psicológicos diferenciavam- -no dos anglo-americanos em valores e personalidade.”
A autora refere-se aos estudos de