Ao discutir as políticas educacionais e as desigualdades, Arroyo (2010) afirma que a relação educação-desigualdades exige ser recolocada na concretude dos coletivos feitos desiguais, reagindo às desigualdades e se apresentando e afirmando como sujeitos políticos, de políticas, de afirmações positivas. Para o autor, nesse processo, novos significados estão postos. Por exemplo, os coletivos populares, suas organizações e movimentos em sua diversidade