Paulo Freire (1995) reflete que “Se realmente a educação é também – mesmo que não exclusivamente – uma certa teoria do conhecimento posta em prática, isto significa ser impossível pensar em educação sem pensar em conhecimento”. Na mesma obra, o autor analisa que “no processo de produzir e de adquirir conhecimento, terminamos também por aprender a tomar distância dos objetos”, o que “pressupõe a percepção dos mesmos em suas relações uns com os outros”, e destaca que “o processo de conhecer nem é neutro nem é indiferente.” Na obra Pedagogia da Autonomia, Freire (2000) afirma que, “como experiência especificamente humana, a educação é uma forma de intervenção no mundo. Intervenção que, além do conhecimento dos conteúdos bem ou mal ensinados/ aprendidos, implica