Defensorias públicas cobram retomada de transplantes de
medula óssea
Ação civil pública pede que o procedimento seja retomado em até 15 dias após decisão judicial. Tratamento está interrompido desde janeiro, segundo os dois órgãos.
A Defensoria Pública do Distrito Federal (DPDF) e a Defensoria Pública da União (DPU) ajuizaram uma ação civil pública pedindo que pacientes que aguardam transplante de medula óssea alogênico sejam atendidos. De acordo com os órgãos, a oferta do tratamento está paralisada na rede pública de saúde desde 15 de janeiro de 2020. Além disso, há 12 pacientes em fila de espera e sem previsão de atendimento.
A ação foi protocolada em 19 de agosto e pede que os atendimentos sejam retomados em até 15 dias, a partir da publicação de decisão. A petição detalha que a “principal consequência dessa situação é o sofrimento físico e psíquico suportado por cidadãos e cidadãs que possuem alguma patologia que precisa ser tratada mediante transplante de medula óssea alogênico”. O risco, segundo as defensorias, é de agravamento dos quadros clínicos e de morte.
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