Magna Concursos
1493438 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: Máxima
Orgão: IBIO

Texto II

Cogito

Eu sou como eu sou

Pronome

Pessoal intransferível

Do homem que iniciei

Na medida do impossível

Eu sou como eu sou

Agora

Sem grandes segredos dantes

Sem novos secretos dentes

Nesta hora

Eu sou como eu sou

Presente

Desferrolhado indecente

Feito um pedaço de mim

Eu sou como eu sou

Vidente

E vivo tranquilamente

Todas as horas do fim.

NETO, Torquato.

Ainda em relação ao emprego da palavra “vidente” na última estrofe, atente-se para as afirmativas abaixo.

I. Está relacionada a uma visão ou a consciência que o eu lírico tem de seu destino.

II. O eu lírico reforça seu conhecimento sobre a fatalidade que marca sua existência, a sua certeza sobre seu fim.

III. O eu lírico não aceita esse "destino" como consequência de suas opções de vida, vivendo intranquilo todas as horas do fim.

Estão CORRETAS:

 

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