Considere o seguinte relato: “João, na clínica, quando colocado numa sala para brincar, mostra indiferença à presença ou ausência de sua mãe. Continua a brincar, mesmo quando ela se retira da sala e, quando retorna, parece que nada mudou; continua, indiferentemente, a brincar. Ao mesmo tempo, na brincadeira, constrói narrativas falando em voz alta. João parece dizer o que pensa para poder pensar”. Segundo as teorias de Bolwby e Vygotsky, João apresenta, respectivamente, um apego e uma linguagem