Uma paciente de 30 anos é admitida na sala de emergência sonolenta. Segundo familiares, paciente estava com disúria e polaciúria há 5 dias, em uso de nitrofurantoína nesse tempo. Não há relato de comorbidades ou uso de outras medicações. Ao exame físico: REG, sonolenta, Glasgow 11 (O3V3M5), muito desidratada, com pele fria e pegajosa. Taquicárdica, ausculta cardíaca em sopros. FC: 138 bpm e PA: 90 × 60 mmHg (PAM 70 mmHg). Ausculta pulmonar sem achados. Taquipneica, FR: 27 irpm e saturação de 98% em ar ambiente. Abdome plano, normotenso, ruídos hidroaéreos presentes, com fáscies dolorosa à punho-percussão. Exames laboratoriais: hemograma com leucocitose, neutrofilia, desvio à esquerda e presença de granulações tóxicas. Contagem de plaquetas e coagulograma normais. Exames laboratoriais mostram: creatinina 3,4mg/dL, Ureia 95 mg/dL, Na+ 148 mEq/L, K+ 3,0 mEq/L, Cl- 89 mEq/L, Albumina 4g/dL. Lactato 18 mg/dL (VR 18 mg/dL). Gasometria arterial: pH 7,0; HCO₃ de 5 mEq/L; pCO2 28 mmHg. Segundo o Surviving Sepsis Campaign, de 2021, deve-se proceder a