CASO 1: Secundigesta com idade gestacional de 32 semanas e 4 dias, com histórico de aborto espontâneo há 4 anos, dá entrada no pronto socorro com queixa de nucalgia há 3 horas associada a “manchas brilhantes” na visão. Faz acompanhamento em pré-natal de alto risco devido diagnóstico de pré-eclâmpsia, em uso de Metildopa 2g/dia. Refere sentir movimentação fetal e nega perdas via vaginal. Ao exame físico, apresenta-se em bom estado geral, corada e hidratada, afebril, eupneica, pressão arterial: 170x120. Ao exame abdominal, tônus uterino normal, dinâmica uterina ausente, batimentos cardiofetais adequados e altura uterina de 28cm. Ao toque vaginal: colo grosso, posterior e pérvio para 2cm, apresentação cefálica e bolsa íntegra. É encaminhada para realização de cardiotocografia e analgesia endovenosa, em decúbito lateral esquerdo. Após vinte minutos, nova aferição de pressão arterial é realizada: 160x120.
Considerando que a cardiotocografia da paciente do CASO 1 mostrou sinais de sofrimento fetal agudo, sem melhora do pico hipertensivo, foi optado pela cesárea e a paciente recebeu sulfato de magnésio endovenoso por 24 horas após o parto, com estabilização clínica no período. Assinale a alternativa que apresenta a concentração terapêutica considerada segura para o sulfato de magnésio.