A obra Fenomenologia do Espírito, de Hegel, caracteriza a libertação da autoconsciência em três momentos: estoicismo, ceticismo e consciência infeliz.
A etapa da consciência infeliz é caracterizada como a
separação dualista entre o mutável e o imutável, Deus e o homem, a consciência imanente e a verdade transcendente.
negação do mundo, da percepção, do pensamento e dos valores éticos, ainda que tais negações as conduza à autocontradição.
união do aqui e agora, do universal e do particular, do um e dos muitos, do sujeito e do objeto numa perfeita unidade dialética.
liberdade abstrata da consciência, reconhecida como pensamento e afastada do mundo e das paixões.
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