Sobre a política de Controle dos Cânceres do colo do Útero e da Mama (MS, 2013), assinale a alternativa INCORRETA:
O controle do tabagismo pode ajudar a minimizar o risco de câncer do colo do útero e é também uma das prioridades da Política Nacional de Promoção da Saúde.
A prevenção primária do câncer do colo do útero está relacionada à diminuição do risco de contágio pelo HIV. Atualmente há duas vacinas aprovadas e comercialmente disponíveis no Brasil: a bivalente, que protege contra os tipos oncogênicos 16 e 18, e a quadrivalente, que protege contra os tipos não oncogênicos 6 e 11 e os tipos oncogênicos 16 e 18.
A prevenção secundária do câncer do colo do útero está relacionada à detecção precoce que incluem as estratégias que são o diagnóstico precoce (abordagem de indivíduos com sinais e/ou sintomas da doença ) e o rastreamento (aplicação de um teste ou exame em uma população assintomática, aparentemente saudável, com objetivo de identificar lesões precursoras ou sugestivas de câncer e encaminhá-las para investigação e tratamento.
A realização periódica do exame citopatológico continua sendo a estratégia mais adotada para rastreamento do câncer do colo do útero. No Brasil, foi adotada a recomendação da OMS, definindo que o exame citopatológico deve ser priorizado para mulheres que já tiveram atividade sexual de 25 até 64 anos, uma vez por ano e, após dois exames anuais consecutivos negativos, a cada três anos. O rastreamento em mulheres com menos de 25 anos não tem impacto na redução da incidência e/ou mortalidade por causa do câncer do colo do útero.
Há indicação para rastreamento do câncer do colo do útero e seus precursores em mulheres sem história de atividade sexual. Sendo assim, a prática deve ser recomendada e encorajada.
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