A língua escrita, como a falada, compreende diferentes níveis, de acordo com o uso que dela se faça. Por exemplo, em uma carta a um amigo, podemos nos valer de determinado padrão de linguagem que incorpore expressões extremamente pessoais ou coloquiais; em um parecer jurídico, não se há de estranhar a presença do vocabulário técnico correspondente. Nos dois casos, há um padrão de linguagem que atende ao uso que fazemos da língua, a finalidade com que a empregamos.
Manual de Redação da Presidência da República. 2.º ed., 2002, p. 5. Internet: <www.planalto.gov.br> (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial, julgue o item subsecutivo, referente à linguagem empregada na correspondência oficial.
O emprego da norma culta dispensa a formalidade de tratamento em documentos emitidos internamente em órgãos da administração pública.
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