Em relação à qualidade da voz e ao trato vocal nos indivíduos de face curta e face longa, assinalar a alternativa CORRETA:
O equilíbrio das linhas faciais depende diretamente da relação entre a estrutura esqueletal, a oclusão dentária e o tecido muscular que recobre a face. A maneira com que esses elementos se relacionam, ou seja, o arranjo ordenado das estruturas e proporções favorece o perfil facial e influencia a execução de inúmeras funções complexas: respiração, mastigação, deglutição, expressão facial, fala e voz. Observa-se, portanto, que a face é composta por uma série de compartimentos articulados.
As características estruturais desses elementos, a forma, o tamanho, a densidade e a tensão do tecido de cobertura da face têm primordial importância no que se refere à produção da voz. Assim, a qualidade vocal e certos aspectos ressonantais são decorrentes da dimensão, constrição, expansão da cavidade faríngea; posição e forma dos lábios, língua, mandíbula e palato, excluindo apenas arcadas.
O conhecimento da íntima relação entre face e voz favorece ação fonoaudiológica mais eficaz, na adaptação das estruturas do trato vocal à demanda vocal solicitada, mas não a compreensão das causas que justifiquem limitações individuais para certos aspectos vocais.
Os termos face longa, braquifacial e braquicefálico, estão associados aos indivíduos que apresentam o terço inferior da face aumentado e/ou face alargada e mais protrusiva.
Com relação à presença do terço inferior da face diminuído e/ou face estreita, foram utilizadas as denominações de face curta, dolicofacial e dolicocéfalico.
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