Leia o texto abaixo:
Os eufemismos e a linguagem “politicamente correta” O eufemismo sempre foi uma demonstração de educação e refinamento da linguagem. Nos últimos anos, entretanto, com a luta de alguns grupos sociais que se sentiam ou ainda se sentem discriminados socialmente, diferentes setores da sociedade, principalmente os relacionados com os meios de comunicação, criaram algumas normas para o uso da linguagem de modo politicamente correto, isto é, de modo não preconceituoso. Diferentemente do eufemismo, que é um modo suave de mencionar algo desagradável, o “politicamente correto” pretende ser uma forma democrática de lidar com as diferenças.
No Brasil, por exemplo, a palavra concubina (mulher que vive com um homem sem estar casada com ele) tem uma conotação negativa, motivo pelo qual se prefere o termo companheira, considerado politicamente correto.
Da mesma forma, muitos negros brasileiros rejeitam o tratamento “morenos”, ou “pessoas de cor”, eufemismos preconceituosos, e lutam para serem reconhecidos como negros ou afro-brasileiros.
CEREJA, W. R.; MAGALHÃES, T. C.
Gramática: texto, reflexão e uso – 3ª. ed.
reform. São Paulo: Atual, 2008.
No texto, analisando o vocábulo em destaque, “discriminados”, é assertivo dizer que: