No câncer gástrico o correto estadiamento é fundamental para a determinação do tratamento definitivo, podendo-se separar os pacientes potencialmente ressecáveis daqueles de baixo risco (estádio clínico T1-2 N0) e de alto risco (estádio clínico T3- 4 ou N+). Entretanto, a estratificação pré-operatória é limitada, sendo possível somente com: