Segundo Libâneo, Oliveira e Toschi (2010), o Brasil, a partir da década de 90 do século passado, tem criado e aplicado exames em nível nacional, desenvolvidos por instrumentos de avaliação adotados, tais como testes padronizados e questionários socioeconômicos, cuja finalidade é fazer diagnóstico da qualidade do ensino oferecido pelo sistema educacional brasileiro. Entretanto, essa sistemática de avaliação é alvo de críticas de Libâneo, Oliveira e Toschi, que consideram insuficiente a avaliação de aspectos quantitativos. As diretrizes e parâmetros para avaliação educacional externa e/ou interna às instituições de educação básica não induzem nem apoiam um processo de autoavaliação da escola, o qual levaria em conta dimensões mais amplas, tais como condições de oferta do ensino, ambiente educativo, prática pedagógica e avaliação, processos de ensino e aprendizagem,