Magna Concursos
2396870 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: IPAD
Orgão: Pref. Goiana-PE
TEXTO 1
HISTÓRIA DA CIDADE DE GOIANA
Inicialmente habitado por índios Caetés e Potiguares, a fundação do município de Goiana é anterior a 1570. (...)Nela aconteceu a Epopéia das Heroínas de Tejucupapo.
Este último acontecimento teve início, em 1645, quando invasores holandeses, ameaçados pela Insurreição Pernambucana, liderada por André Vidal de Negreiros, refugiaram-se no Forte Orange, em Itamaracá. (...)Com a umidade do local, foram acometidos pelo escorbuto, doença causada pela falta de vitamina C no organismo.
A solução era ir até a Vila de Tejucupapo, em Goiana, onde os cajueiros da região, que eram utilizados como remédio para a doença, estavam em fase de frutificação. Comandados pelo Almirante Lichthant, cerca de 600 holandeses partiram, pelo mar, em direção ao local. Para se defenderem da invasão, os cem homens que habitavam Tejucupapo montaram uma trincheira, levando mulheres e crianças para a luta.
Durante o confronto, 23 holandeses foram mortos, despertando a fúria dos inimigos. Percebendo a superioridade holandesa, Maria Camarão, de crucifixo em punho, percorreu a vila convocando as mulheres a pegarem em armas e ajudarem os homens na luta contra as tropas inimigas. No dia 24 de abril de 1646, munidas de paus, pedras, panelas, pimenta e água fervente, as mulheres de Tejucupapo venceram os holandeses que ameaçavam suas terras e famílias.
O episódio marcou a história brasileira como uma das poucas batalhas a envolver a participação coletiva de mulheres.
Administrativamente, o município é formado pelos distritos sede, Pontas de Pedra e Tejucupapo, além dos povoados de Frecheiras, Melões, Gambá, Ibeapicu, Barra de Catuama, Atapuz, Carne de Vaca, São Lourenço e Carrapicho.
Anualmente, no dia 05 de maio, Goiana comemora a sua emancipação política. O padroeiro da cidade é São Sebastião.
(Fonte: http//www.ferias.tur.br/informações/5261/goiana-pe.html. Acesso em 03/07/2010)
TEXTO 2
Mulher (Erasmo Carlos)
Composição: Erasmocarlos – Narinha
Dizem que a mulher
É o sexo frágil
Mas que mentira
Absurda!
Eu que faço parte
Da rotina de uma delas
Sei que a força
Está com elas...
Vejam como é forte
A que eu conheço
Sua sapiência
Não tem preço
Satisfaz meu ego
Se fingindo submissa
Mas no fundo
Me enfeitiça...
Quando eu chego em casa
À noitinha
Quero uma mulher só minha
Mas prá quem deu luz
Não tem mais jeito
Porque um filho
Quer seu peito...
O outro já reclama
A sua mão
E o outro quer o amor
Que ela tiver
Quatro homens
Dependentes e carentes
Da força da mulher...
Mulher! Mulher!
Do barro
De que você foi gerada
Me veio inspiração
Prá decantar você
Nessa canção
Mulher! Mulher!
Na escola
Em que você foi
Ensinada
Jamais tirei um 10
Sou forte
Mas não chego
Aos seus pés...
O diálogo entre os textos 1 e 2 implica uma relação que retrata o forte perfil feminino, respectivamente, na:
 

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