“Em determinadas escolas, percebemos claramente que os pais são muito bem vindos enquanto é para organizar a festa junina, colaborar na formatura, ajudar a preparar a excursão ou coisas do gênero; quando se toca no pedagógico, nas questões do currículo, há uma forte reação, como se se tratasse de campo proibido, onde 'só especialistas' poderiam circular e palpitar” (2007).
Neste trecho, Celso Vasconcellos: