Uma funcionária pública de 42 anos disse que estava tão paralisada pela depressão que sentia que não tinha mais iniciativa pessoal e vontade; ela acreditava que alguma força maligna tinha assumido o controle de suas ações e que estava comentando sobre cada ação que realizava. A paciente recuperou-se completamente com medicamento antidepressivo. Não há razão para acreditar que, nessa paciente, as sensações de transitabilidade somática e comentários correntes indicassem um processo de esquizofrenia.
Neste caso podemos, considerando o diagnóstico fenomenológico, AFIRMAR que:
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