A identificação dos fatores de risco para a perda auditiva é fundamental para que haja acompanhamento audiológico dos neonatos e lactentes, assim como monitoramento e direcionamento das ações de prevenção e promoção à saúde auditiva. Vários são os estudos que identificam os indicadores de risco para a perda auditiva. Sobre esses indicadores, analise as afirmativas a seguir.
I. História familiar de perda auditiva permanente na infância; infecção congênita (toxoplasmose, rubéola, citomegalovírus, herpes, sífilis); malformações da cabeça e pescoço; peso ao nascer abaixo de 1.500 g ou 2.500 g; hiperbilirrubinemia, com ex-sanguíneo transfusão; meningite bacteriana; asfixia severa, incluindo índices de Apgar de 0 a 4 no 1º minuto ou de 0 a 6 no 5º minuto.
II. Uso de medicamentos ototóxicos; achados associados à síndrome que inclua perda auditiva sensorioneural; permanência em Unidade de Terapia Intensiva Neonatal (UTIN) por mais de 48 horas; síndromes associadas à perda de audição progressiva ou tardia (Usher, Waardenburg, Alport, Pendred, Jervell e Lange-Nielsen); desordens neurodegenerativas (síndromes ou neuropatias sensório-motoras, como ataxia de Friedreich).
III. Infecções pós-natais, associadas à perda auditiva sensorioneural, incluindo confirmação de meningite bacteriana ou viral (especialmente vírus de herpes e varicela); traumatismo craniano, incluindo a região do osso temporal; fatores perinatais, como anóxia, icterícia, prematuridade e baixo peso; anormalidades cromossômicas; diabetes materna; ausência de cuidados pré-natais.
Está correto o que se afirma em