Homem de 64 anos, professor aposentado, sofreu AVC isquêmico há três meses em território da artéria cerebral média
esquerda, evoluindo com afasia de expressão, mas sem déficits motores. Desde então, apresenta tristeza persistente, isolamento, perda de interesse, insônia e ideação suicida sem plano estruturado. A esposa relata dificuldade de comunicação
e resistência do paciente em participar da reabilitação fonoaudiológica. A equipe da Atenção Primária acompanha o caso
regularmente, sem sinais de risco suicida iminente.
Considerando os fundamentos da atenção integral, da segurança farmacológica e da articulação entre níveis de cuidado, qual conduta é mais adequada?
Considerando os fundamentos da atenção integral, da segurança farmacológica e da articulação entre níveis de cuidado, qual conduta é mais adequada?