“Em 1972, o geólogo francês Michel Siffre se propôs a um experimento curioso. Ele passou seis meses dentro de uma caverna no Texas, nos EUA. Já tinha passado 60 dias em uma nos Alpes, mas queria aumentar o nível de confinamento. Seu corpo passou a trabalhar em ciclos de 48 horas, sendo 36 horas de vigília e 12 horas de sono, ao contrário do recomendado de 8 horas de sono e 16 acordado. Ao final de seu experimento, Siffre havia desenvolvido sérios problemas psicológicos.
Mesmo trocando o dia pela noite durante anos, nosso corpo não se adapta totalmente à mudança de horário – e não precisa ser tão radical quanto Siffre. Efeitos adversos dessa troca costumam ser piores quanto mais tempo passam alterados.
Uma nova pesquisa sugere uma forma de reduzir a vulnerabilidade do humor associada com o trabalho noturno: restringir as refeições ao período diurno.”
Dentre as palavras elencadas a seguir, aquela que NÃO pode substituir o item lexical em destaque nesse trecho, por se apresentar como um antônimo, é