A cetoacidose diabética é uma causa frequente de choque em criança, devendo a primeira medida ser a correção da desidratação através de expansões volêmicas. Porém, muito cuidado deve ser tomado com o excesso de fluidos que pode aumentar o risco de edema cerebral, uma complicação grave associada ao tratamento. Pré-escolar, 6 anos, sexo masculino, com diagnóstico recente de diabetes mellitus, dá entrada na emergência torporoso, reativo apenas à estímulos dolorosos, hálito cetônico, mucosas secas, pulsos central e periféricos finos, ausência de diurese há 6 horas e glicemia capilar de 450 mg/dl.
Quais as medidas iniciais do tratamento dessa criança?
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