Segundo Mioto (2008), o processo de supervalorização da família, especialmente no âmbito das políticas públicas, é um fenômeno decorrente de um projeto neoliberal instaurado em escala global e tem se configurado de diferentes formas nos diversos países. Tal processo se incrementa nos países pobres tradicionalmente marcados por desigualdades sociais de caráter estrutural e por sistemas de proteção social de caráter familista. Na realidade de muitos países latino-americanos este momento marca o início da era: