Examinando a questão em retrospecto, é difícil dizer até que ponto iam as ambições de Mendel. Sabendo-se, como agora, que Mendel se tornaria famoso como o pai da genética, é tentador imaginar que seus sonhos fossem grandiosos. Também é tentador encará-lo como um gênio presciente que optou pelas ervilhas – que se revelariam uma escolha quase perfeita – como chave para desvendar os segredos da hereditariedade.
HENIG, Robin Marantz. O Monge no jardim. Rio de janeiro: Rocco, 2001. P. 22.
A utilização, por Mendel, das ervilhas-de-cheiro como espécime principal na realização dos seus experimentos com hibridização, é considerada pelos especialistas como um grande trunfo para o sucesso e precisão dos seus resultados, por causa, principalmente, do fato desta variedade de planta