Uma universitária de 35 anos de idade, com transtorno de personalidade borderline, encontra-se em atendimento psicoterápico para tratamento de transtorno do estresse póstraumático (TEPT) secundário a um episódio de violência sexual. Ao ser sugerido tratamento com antidepressivos para reduzir os sintomas ansiosos, ela recusou e, em vez disso, pediu benzodiazepínicos.
O conceito de personalidade borderline pressupõe uma dificuldade primária em lidar com