Durante quadros de hemorragia grave, o anestesista deve estar atento aos quadros clínicos que envolvem redução da pressão arterial, palidez das membranas mucosas, menor pressão de pulso e redução da área sob a onda de pulso arterial e, em especial, a taquicardia que sinalizará uma resposta compensatória detectável, independente do protocolo anestésico utilizado e da profundidade do plano anestésico.