Magna Concursos
3490969 Ano: 2014
Disciplina: Comunicação Social
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: IF-AC
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Diz Sfez (2007, p. 18): “A comunicação não é maquínica, mas compreensiva. Ela emerge em momentos de ruptura. A vivência do mundo é captada, tecnicizada por atores responsáveis. E é, então, transformada e colonizada. Mas não perdeu todas as chances... Desde que, claro, escape das estratégias lineares do sucesso e se oriente para o entendimento. Pois a estratégia do sucesso não pode assegurar a transmissão de valores”. Em 21 de julho de 2014, no portal do jornal “Folha de S. Paulo”, havia a manchete “Mundo desperdiça 30% dos alimentos produzidos”, com o seguinte texto: “A alta no preço dos alimentos e o aumento previsto para a demanda nos países emergentes colocaram o desperdício no centro do debate sobre segurança alimentar. Os volumes perdidos justificam a preocupação. Segundo a FAO (Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação), 1,3 bilhão de toneladas de alimentos são perdidos ou desperdiçados por ano em todo o mundo – o equivalente a 30% de tudo o que é produzido. O número considera perdas em todos os estágios – do campo ao prato. E, apesar de os alimentos pesarem cada vez mais no bolso, o maior índice de perdas (35%) ocorre no consumo, puxado pelos países desenvolvidos, responsáveis por 56% do desperdício, segundo o Banco Mundial. Quem nunca recusou uma cenoura porque estava torta demais? Ou quebrou a pontinha de um quiabo para saber se estava no ponto para levar para casa? São ações que parecem inofensivas, mas pesam nas estatísticas. Afinal, ninguém vai comprar aquele quiabo que ficou com a pontinha quebrada na banca. Será, portanto, desperdiçado. Estudo divulgado no mês passado pelo painel de especialistas em segurança alimentar das Nações Unidas analisa os efeitos desse desperdício. Entre eles está a menor oferta de comida no mundo e, como consequência, preços elevados. Por outro lado, destaca o estudo, preços mais altos tendem a incentivar maior cuidado com os alimentos – teoria que ajuda a explicar a maior preocupação com o desperdício atualmente e as novas iniciativas para reduzi-lo”. (FONTE: FOLHA DE S. PAULO, 21 de julho de 2014).

Sobre os trechos citados e a teoria da comunicação, é possível afirmar que a explicação de Sfez (2007, p. 18) refere-se ao pensamento de:

 

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