“As escolas não podem ser analisadas fora do tempo e lugar que atuam, pois refletem interesses sociais e individuais. Mesmo cumprindo visões determinadas, se modificam, pois são construídas pela história sociocultural e profissional de seus personagens em seus sonhos e possibilidades.
Para Forquin, a escola constitui um mundo social com características próprias, modos de regulação e transgressão e gestão simbólica. Hoje, ser professor inclui conhecer o cotidiano educacional, sabendo que não se trata de uma receita única, mas de uma cultura que não ignora os sujeitos e seu ambiente de entorno.”
(https://www.gazetadopovo.com.br/educacao/o cotidiano escolar como reflexao 9unr6tiizuiad6si05ygpkifi/)
Nesse sentido, cabe ao profissional da educação: