Behar (2009) aponta que a Computação Afetiva aplicada à educação tem contribuído para o desenvolvimento de "tutores virtuais", "companheiros virtuais de aprendizagem" ou outros assistentes virtuais que percebem as reações afetivas do aluno e alteram o seu próprio comportamento para apoiar o aprendizado. Esses agentes artificiais integram os sistemas tutores inteligentes (STI) apresentando-se visíveis, por meio de um personagem, ou invisíveis, sendo somente sua atuação observada. Os STls, desenvolvidos para um determinado domínio educacional, baseiam-se nos modelos de conteúdo instrucional ("o que ensinar") e nas estratégias de ensino de acordo com o modelo de aluno ("como ensinar''). Em AVAs, as pesquisas da aplicabilidade da afetividade encontram-se em estágio exploratório. Nesse contexto, Behar (2009) afirma que o termo "computação afetiva" foi criado por
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