Estudos epidemiológicos, em relação à hipertensão sistêmica em crianças e adolescentes, indicam que:
A hipertensão arterial sistêmica é comum em crianças menores e lactentes, com uma prevalência de aproximadamente 1%, e geralmente é secundária a um processo patológico de base;
Estudos mostram que crianças com nível pressórico acima do percentil 75 têm risco 2,4 vezes maior de apresentar hipertensão na fase adulta;
Indivíduos com hipertensão leve na infância têm maior risco de desenvolver encefalopatia hipertensiva, convulsões, acidentes vasculares cerebrais e insuficiência cardíaca congestiva na fase adulta;
A prevalência de hipertensão arterial sistêmica em crianças e adolescentes varia de 0,8% a 8,2%;
A hipertensão arterial sistêmica secundária em crianças e adolescentes está associada a excesso de peso, nível reduzido de atividade física, ingestão inadequada de frutas e vegetais e consumo excessivo de sódio e de álcool.
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