Lima Filho (2003) “O ponto de partida para a identificação do trabalho como princípio educativo é exatamente a concepção de que o ser humano é sujeito social, ou seja, a compreensão de que o homem só se converte em sujeito ao entender-se como ser social. Portanto, para o homem essa consciência e materialidade de reconhecer-se simultânea e univocamente sujeito e ser social somente pode tornar-se realidade concreta a partir de sua prática histórica e de sua sociabilidade. É justamente o conjunto de suas práticas sociais – assentadas na ação-reflexão-ação, isto é, na práxis – que permite ao ser vivenciar a possibilidade de transformar o mundo e transformar-se a si mesmo. E é nesse entorno que concebemos a educação, como processo social que constitui uma das práticas dessa sociabilidade histórica.” Nesse sentido, a educação é: